A Paróquia de Mangualde acolheu o Encontro de Formação de Acólitos, no passado sábado, 7 de fevereiro, que reuniu cerca de 60 acólitos da Diocese de Viseu.
O dia ficou marcado por diversos momentos de formação, que incidiram sobre os requisitos para ser acólito, a importância deste ministério na Igreja e os procedimentos necessários nas celebrações, intercalados com momentos de convívio e partilha.
Distribuídos em dois grupos, os acólitos abordaram as dimensões humana e espiritual deste ministério, fundamentadas na teologia e na liturgia para melhor servirem o altar, colaborando em cumplicidade com os sacerdotes e outros ministros na celebração dos atos litúrgicos.
Aprofundaram ainda o seu conhecimento sobre as práticas exigidas aos acólitos e sobre tudo o que é necessário para o serviço ao altar, nomeadamente o bom conhecimento das alfaias litúrgicas e o seu uso.
Durante a tarde, receberam ainda a visita do Bispo de Viseu, D. António Luciano, que lhes falou sobre a importância deste ministério, “tão essencial na vida cristã”.
O Bispo pediu a todos que sirvam a Deus no altar com fé e alegria, ajudem os sacerdotes, rezem pelo aumento das vocações sacerdotais e sejam junto dos outros jovens e da assembleia testemunhas de Cristo ressuscitado.
O encontro terminou com a celebração da Eucaristia, presidida pelo Padre Paulo Domingues, assistente espiritual do Serviço Diocesano de Acólitos, onde os participantes puseram em prática os ensinamentos ao serviço do altar “com o coração atento e generoso”.
Na homilia, o pároco destacou o valor do serviço dos acólitos, recordando que: “Deus chama-nos a sermos sal e luz no altar”.
Esta formação foi promovida pelo Serviço Diocesano de Acólitos. “Com esta formação quisemos dar mais ferramentas e capacitar os nossos acólitos para o exercício correto do ministério, aprofundar o conhecimento das práticas litúrgicas e reforçar a importância do acolitado na vida da Igreja. Esperamos que possam também partilhar a alegria de viver este ministério com outros jovens. É desejo deste setor olhar para este ministério com as palavras de João Paulo II, que nos desafiam a encarar o “grupo de Acólitos como um viveiro de vocações”. Damos os primeiros passos para valorizar o acolitado na Diocese e colocamos no horizonte o desejo provocatório da Conferência Episcopal Portuguesa de iniciarmos um processo de instituição de acólitos, olhando para eles como ministério permanente”, sublinhou Pedro Teixeira, responsável por este setor.