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Presidente da Comissão Episcopal Laicado e Família escreveu mensagem “Dia dos namorados: Dia da Esperança”.

O presidente da Comissão Episcopal Laicado e Família escreveu aos namorados, apontando a beleza da família e do matrimónio, no dia em que muitos celebram São Valentim.

“Saudações amigas para todos os namorados e namoradas com os votos de que tenham a coragem de marcar a diferença procurando fazer do namoro um verdadeiro tempo que os possa ajudar a descobrir “a beleza da família e do matrimónio, a grandeza desta realidade humana, tão simples e ao mesmo tempo tão rica, feita de alegrias e esperanças, de fadigas e sofrimentos, como o é toda a vida”, escreveu D. Antonino Dias, através da sua página na rede social Facebook.

O bispo de Portalegre-Castelo Branco apresenta o texto ‘Dia dos namorados: Dia da Esperança’, em que cita a realidade das abordagens relacionadas com “os jovens, o namoro, a constituição de família e as famílias”.

“Parece-me que vou ser pessimista e deselegante em clima do dia dos namorados, mas picar-me-ia por dentro se calasse o que entendo dever dizer, com esperança e confiança nos jovens que entendem a importância do namoro e da preparação para o matrimónio”, explica o prelado.

O responsável reforça a ideia que a família necessita de apoio sociais “na luta pela existência de famílias saudáveis e felizes, crentes e não crentes” e que o Estado deveria apoiar a “formar os jovens para a constituição de uma família, fundamento da sociedade”.

“Não me parece muito curial que nenhuma preparação se aponte para aquilo que humaniza e enriquece a vida e a sociedade: A FAMÍLIA. Não se trata duma questão religiosa, trata-se, sim, duma questão verdadeiramente humana e social, de interesse público e global, que afeta a todos”, refere na sua mensagem.

O presidente da Comissão Episcopal Laicado e Família foi um dos bispos portugueses que participou no sínodo sobre a Família e recorda ainda a realidade lá descrita da fuga dos jovens aos compromissos, desvalorização do matrimónio e da família e a experiência de fracasso de outros casais.

“É verdade também que alguns terão o matrimónio como algo demasiado grande e sagrado a que têm receio de não corresponder. Outros haverá, porém, que, por causa de leis anti família, não queiram casar porque, se casarem, vão perder vantagens económicas que, se apenas conviverem, essas vantagens permanecem, como permanece a liberdade e a autonomia que também não querem deixar”, escreveu.

D. Antonino Dias adverte que “o que parece, de momento, mais fácil e agradável, nem sempre será, por certo, o melhor nem o mais útil”.

A Diocese de Terni, na Itália, celebra hoje o seu padroeiro, São Valentim, primeiro bispo desta localidade, que morreu como mártir, provavelmente no século IV.

Este nome está ligado a algumas lendas, romanceadas, segundo as quais Valentim teria morrido decapitado a 14 de fevereiro por se ter recusado a renunciar ao Cristianismo e por, secretamente, ter celebrado o casamento entre uma jovem cristã e um legionário, apesar da proibição de Cláudio II (século III).

G.I./Ecclesia:SN/OC

CategoryIgreja, Pastoral

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