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Abriu casa abrigo com acolhimento diferenciado para mulheres vítimas de violência doméstica.

 “A violência doméstica combate-se com mais formação, sobretudo dos jovens”, disse a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, na apresentação em Viseu, na manhã de 4 de fevereiro, da primeira casa abrigo com acolhimento diferenciado para mulheres vítimas de violência doméstica com doença mental.

     A apresentação deste projeto piloto decorreu no auditório do Hospital São Teotónio – Centro Hospitalar Tondela-Viseu e juntou diversas personalidades ligadas ao setor. Entre eles, de uma forma visivelmente orgulhosa, estava Carlos Aparício, presidente da Casa do Povo de Abraveses, um dos impulsionadores do projeto, mas também Miguel Xavier, psiquiatra e diretor do Plano Nacional para a Saúde Mental, e o psiquiatra Fidalgo Freitas, o principal mentor desta ideia.

     A casa abrigo, que vai estar ao serviço da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica, é considerada uma necessidade. “Precisamos, infelizmente, de retirar as vítimas da sua zona de conforto […] e protegê-las numa casa de abrigo – neste caso, uma casa especializada para pessoas que sofrem de doença mental – quer esta resulte já da situação de vítimas, quer ela acumule a essa situação”, referiu a ministra aos jornalistas, no final da sessão. O apoio à reconstrução das vidas destas mulheres é visto como “fundamental” pela ministra para “os seus projetos de vida com vista à autonomização”.

     Maria Manuel Leitão Marques referiu que esta área só conseguirá ter resultados com uma cooperação “entre várias áreas do Governo, entre Governo e autarquias locais, incluindo as freguesias, e entre o Governo e a sociedade civil”.

G.I./J.B.:PBA

CategoriaIgreja, Pastoral, Viseu

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