A Ação Católica Rural (ACR) de Viseu realizou, no dia 31 de outubro, o seu Conselho Diocesano, no Centro Sócio-Pastoral de Viseu. Estiveram reunidos a direção diocesana, 15 representantes de várias paróquias (Barreiro de Besteiros, Castelões, Tondela e Vila Chã de Sá), elementos do grupo de jovens diocesano ‘A minha Vida é Bela’, assim como o assistente diocesano, Padre João Zuzarte, e o Vigário Paroquial de Tondela, Padre Damião Dias, dos Missionários Claretianos.
Os trabalhos tiveram início com a celebração da Eucaristia, presidida pelo Padre João Zuzarte. Na homilia sublinhou que a missão dos batizados só encontra o seu verdadeiro sentido em Cristo, reforçando a importância de viver o serviço cristão com simplicidade, disponibilidade e espírito de acolhimento. Um trabalho que defende que deve ser feito sem procurar reconhecimento, levando o testemunho do Evangelho à realidade concreta do mundo e ao encontro dos outros, “descendo do monte”, pois é aí que se concretiza a “realização de sermos chamados, dando testemunho e sendo fermento junto dos irmãos”.
Após a celebração, o assistente diocesano apresentou o Programa Pastoral da Diocese de Viseu, sob o lema ‘Escuta e Caminha’, apontando-o como orientação para o trabalho a desenvolver pelo movimento. Na reflexão, destacou a importância de se estar disponível para a promoção de uma cultura vocacional, tendo por referência quatro pilares apresentados pelo Papa Leão XIV: silêncio e oração; acolhimento e acompanhamento; o amor como alicerce; e renovação face à crise. Neste contexto, desafiou a Ação Católica Rural a fazer parte desta cultura vocacional e na construção de um caminho sinodal.
O encontro prosseguiu com a intervenção dos jovens do grupo ‘A minha Vida é Bela’, que apresentaram o trabalho desenvolvido ao longo do último ano, a participação nas atividades diocesanas e nacionais e o plano de atividades previsto para 2026/2027.
Seguiu-se a partilha dos representantes paroquiais, que fizeram um balanço do trabalho realizado nas respetivas comunidades, tendo por base as linhas de força orientadoras do movimento. Foram também identificados os principais desafios para o próximo ano, num espírito de união e compromisso comunitário. A direção diocesana incentivou os participantes a não desistirem perante as dificuldades e a agendarem uma data para que seja estabelecido um contacto mais próximo.
Durante o Conselho foi ainda apresentado o novo caderno de trabalho, intitulado “Sujar as mãos no canteiro do nosso Tempo”, que reúne temas de reflexão inspirados na encíclica do Papa Leão XIV, “Magnífica Humanidade”. Foi igualmente divulgado o plano de atividades nacional e diocesano, com um apelo à participação de todos, enquanto forma de fortalecer e motivar o trabalho desenvolvido nas paróquias.
Entre as próximas iniciativas, foi destacada a celebração de Cristo Rei, estando a vigília agendada para 20 de novembro. A ocasião será assinalada em comunhão com os restantes movimentos da Diocese. O Conselho terminou com a oração final.