No passado domingo, dia 1 de fevereiro, o Bispo de Viseu, D. António Luciano, presidiu à Eucaristia na Catedral, que marcou o início da Visita Pastoral ao Arciprestado de Viseu Urbano. A celebração contou com a presença do arcipreste, Cónego Jorge Seixas, dos sacerdotes e do povo de Deus das 12 paróquias que compõe o arciprestado, o maior em termos de densidade populacional.
A visita, que se estenderá até 21 de junho, incluirá a passagem do Bispo por diversas paróquias, onde ele terá a oportunidade de conhecer de perto a realidade dos serviços eclesiais, das várias estruturas da administração, da evangelização, da catequese, da liturgia e da caridade, através do contacto direto com os seus responsáveis. “Visitarei instituições, escolas, colégios, creches, comunidades religiosas e de vida consagrada, masculinas e femininas, lugares de culto, capelanias hospitalares, lares de idosos, o Estabelecimento Prisional de Viseu e outros lugares importantes onde se vive a fé no Arciprestado”, explicou o Bispo durante a homilia.
D. António Luciano reforçou que a Visita Pastoral tem como objetivo “promover o encontro com todos, escutar as preocupações das pessoas, as dores, as alegrias, as tristezas e as esperanças do povo de Deus reunido”.
Dirigindo-se à assembleia presente, o Bispo apelou a um caminho sinodal, “para que a conversão pessoal, a renovação espiritual e pastoral aconteça no meio de todos” e que ninguém fique de fora. “Valorizemos o caminho sinodal, promovendo o encontro, a graça de estar juntos, o gosto de escutar a Deus e aos irmãos, de dialogar, de refletir, de rezar, de discernir em conjunto, de tomar decisões novas e de criar relações que ajudem a renovar a missão da Igreja”, apelou.
Terminou a homilia, enaltecendo a importância de “viver com alegria o testemunho de ser Igreja em missão, olhando para as periferias e para todos, abertos à mudança e à renovação pastoral das paróquias, das estruturas e órgãos de corresponsabilidade”.
O Prelado pediu ainda orações pelas pessoas afetadas pela tempestade, nas dioceses do centro de Portugal, unindo-se à sua dor.